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A mesmice de Gran Turismo

Por: Deyvid Cezar

A mesmice de Gran Turismo

¡Hola! ¿Qué tal?

Bem, galera, este será meu primeiro post por aqui e, apesar de preferir RPGs e afins, hoje, venho lhes falar a respeito de um dos maiores clássicos em se tratando de games de corrida: Gran Turismo.

Clássico? Sim.

Inovador, empolgante, uma maravilha de jogo? Longe, bem longe disto.

Sim, GT é um simulador de corridas e, talvez, um dos melhores do gênero, se não o melhor. Eu sou um fã ainda da época do saudoso Playstation One, quando passava horas e horas jogando GT 2, tirando licenças, comprando carros e vencendo provas nas mais diversificadas pistas da época (E me ferrando na curva maldita de Laguna Seca).

Desde então, não havia mais jogado GT (Apesar de ouvir muitos reclamarem de que o jogo sempre continuava igual em seus sucessores), pois passei um grande período apenas nos computadores, desde 2005, quando vendi meu PS One, até o início do ano passado, quando adquiri um Xbox 360 e, logo, migrei para o PS3.

Como os jogos são caros e o tempo de jogatina fica cada vez mais escasso à medida que crescemos e criamos certas responsabilidades, minha ideia foi adquirir pelo menos um jogo de cada gênero. E como não podia faltar, eu teria de comprar um game de corrida.

Aí, a pergunta foi: Gran Turismo 6 ou Need For Speed Rivals?

Claro, após pesquisar e saber as características de cada um (Simulador e Arcade), minha opção foi GT6, pelo saudosismo da época de GT2 e pelas excelentes críticas às quais o jogo recebeu.

Bem, infelizmente logo que comecei a jogar, realmente percebi que Gran Turismo não evoluiu como a franquia realmente merecia. Em questão de gráficos, claro, é um jogo realmente bonito e, com certeza, perfeito em design, principalmente dos carros, que imitam a perfeição os modelos reais. Mas por parecer tão igual aos antecessores, GT não impressiona, não empolga e, o principal, não diverte. Quem jogou Forza Horizon do Xbox 360 (Apesar de ser Arcade), realmente não verá nada em especial no novo Gran Turismo. A câmera on board do jogo do Xbox, por exemplo, traz muito mais realismo e adrenalina do que a on board do jogo de corrida da Sony.

A divisão da tela para dois players também não é o forte em GT6, pois, além de não permitir câmera on board, faz os carros parecerem muito pesados e artificiais, ao fazer uma curva, por exemplo. Outra coisa extremamente irritante é o som dos menus de GT6. São os mesmos efeitos sonoros da época do OS One. E naquela época, estes barulhos já incomodavam.

Ainda não cheguei a jogar o Need For Speed Rivals, mas para você que tem dúvidas em qual game de corrida comprar para seu PS3, recomendo que teste os dois, antes de fazer qualquer escolha.

E vamos ficar de olho, nas próximas franquias de corrida que chegarão para a nova geração. Esperamos inovação e o principal para qualquer jogo de videogame: Diversão.

 

Até a próxima, galera.

Falou!

 

Deyvid Cezar.

Sobre o autor:

Deyvid Cezar

Apenas um noob.

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