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Dark Souls 2: Jogar é arte, morrer faz parte.

Por: Deyvid Cezar

Dark Souls 2: Jogar é arte, morrer faz parte.

¡Hola! ¿Qué tal?

Fala galera!

Bem, como prometi, vim trazer minha análise a respeito de Dark Souls 2 (Apesar de ter demorado para escrever, porém, queria colocar o artigo aqui somente quando acabasse o game e, finalmente, o fiz), um dos rpgs mais aguardados dos últimos anos, graças ao sucesso de seus antecessores: Demon´s Souls e Dark Souls.

Antes de efetivamente falar o que achei sobre o game, quero dizer que sou fã assíduo da série.

Fechei o game com 61h00min, 154 mortes (Acho que 30 delas foi em apenas um chefe), no level 161 e 79% dos troféus. O contador mundial de mortes até o presente momento está em 157.596.442,00 (Sim, já tiveram mais de 15 milhões de mortes em Dark Souls 2 pelo mundo).

 

Quanto história, Dark Souls 2 traz os mesmos elementos sombrios do game anterior. É tudo um tanto “enevoado”, interpretativo. O jogador pode entender princípios básicos e de timeline dentro da trama principal, mas em relação a Dark Souls 1 e detalhes mais profundos dentro do próprio mundo de Drangleic (Loca onde ocorre o game) acredito que virão à tona somente quando os produtores do jogo se pronunciarem e  jogarem as informações para o público.

Falando em produção, From software, Havok e Nanco/Bandai, parecem ter acertado novamente.  Desde o anúncio do jogo, até os vários trailers em CG despejados antes do lançamento (Estes, que quase não aparecem durante a jogatina e, talvez sejam a maior decepção de Dark Souls 2) os fãs aguardavam ansiosamente o lançamento. Que por sinal, fora um sucesso mundial.

A jogabilidade foi totalmente melhorada. Agora o personagem corresponde perfeitamente aos comandos do player. O gráfico (Apesar do downgrade que o game sofreu) ficou mais bonito, mais detalhado e a iluminação se tornou impecável para um rpg da geração de videogames que logo estará dando adeus.

A dificuldade?

Bem, sinceramente, eu acho o Dark Souls 1 no mínimo 50% mais difícil.

Sim, realmente acho isto.

Tirando o fato de agora os inimigos te seguirem até o “inferno” e, em algumas localidades virem 5, 7, até 10 de eles te baterem, chutar, matar e destruir, realmente eu (Pelo menos eu) tive muito mais dificuldade no primeiro Dark (Que nem consegui terminar ainda). E o que mais “mata” no jogo é o próprio player. Dark Souls 2 não lhe permite errar. Se você o fizer, já era.

O sistema de Covennant permaneceu, agora com novos deuses, inclusive com um boss secreto (Sistema de “facções”, aos quais, o jogador se “filia”). O modo on line funciona perfeitamente, tanto no coop, quanto para os PVPs (Onde um jogador invasor pode entrar no seu jogo e lutar contra você).

Os Chefes são animalescos, muito bem detalhados, com movimentos que muitas vezes mudam de ordem, conforme vocês baixa a guarda. Um dos boss que realmente merece atenção é o Looking Glass Knight. Um cavaleiro com um escudo espelhado que invoca um player real aleatório para lutar contra você, no meio da batalha.

Dark Souls é uma franquia de RPG como há muito não se via. Com dificuldade insana em um mundo aberto. Cenários muito bem construídos, um poder de customização muito grande com uma infinidade de armas, escudos, armaduras, magias, milagres e malefícios.

Minha nota para o jogo é 11 em uma grade de 10.

Não deixe de conferir o jogo (Aconselho pegar emprestado, ou jogar na casa de um amigo antes, pois, para muitos players vale a máxima: Ou ame, ou odeie).

 

 

Até a próxima, pessoal!

 

Falou!

Sobre o autor:

Deyvid Cezar

Apenas um noob.

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